quinta-feira, 31 de março de 2011

Quem vai dormir primeiro?

domingo, 27 de março de 2011

Reflexão de hoje

Se consegues...
como ele...
…começar o teu dia sem cafeína,
Se consegues terminá-lo sem sedativos para dormir,
Se consegues estar de bom humor, sabendo ignorar os teus males e as tuas dores,
Se consegues nunca te queixar nem aborrecer os outros com os teus problemas,
Se consegues compreender quando os que te amam estão ocupados demais para te dispensar o seu tempo,
Se consegues aceitar que te censurem por uma falta que não cometeste,
Se consegues acreditar que cuidarão de ti até o fim da tua vida,
Se consegues aceitar todas as críticas sem nunca te insurgires,
Se consegues suportar a grosseria de certas pessoas sem nunca as corrigir,
Se consegues enfrentar a vida sem nunca mentir ou falsear,
Se consegues descontrair sem nunca tomar uma gota de álcool,
Se consegues dizer muito honestamente, do fundo do teu coração, que não tens qualquer preconceito contra os idosos, as raças diferentes, outras religiões ou opções sexuais,
Se consegues comer a mesma comida todos os dias e continuar feliz,
Se consegues amar sem condições, sem esperar nada em troca...
Então, meu amigo, és QUASE tão perfeito como um CÃO.

Conheça Mato Grosso

Biomas Brasileiros - Cerrado

O Cerrado é o segundo maior bioma brasileiro. Já ocupou 25% do território brasileiro, fato que lhe dá a condição de segunda maior cobertura vegetal do país, superada somente pela Floresta Amazônica. No entanto, com o passar dos anos grande parte do Cerrado já foi destruída, principalmente para a instalação de cidades e plantações, o que o torna um bioma muito mais ameaçado do que a Amazônia.
Localiza-se principalmente na região central do país, compreendendo parte dos Estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Maranhão, Minas Gerais, Bahia, Piauí e São Paulo, além do Distrito Federal. Existem também pequenas áreas em outros locais, chamadas periféricas ou ecótonos, que são transições com os biomas Amazônia, Mata Atlântica e Caatinga.
É reconhecido como a segunda savana mais rica do mundo em biodiversidade (a primeira é a savana africana que tem 10.750 espécies de plantas; 205 espécies de mamíferos; 741 espécies de aves; 151 espécies de répteis; 163 de anfíbios, e é a maior formação savânica e o terceiro maior bioma do mundo com área de 8.246.082 Km²). O Cerrado brasileiro apresenta riquíssima flora com mais de 10.000 espécies de plantas, com 4.400 endêmicas (exclusivas) dessa área. A fauna apresenta 837 espécies de aves; 67 gêneros de mamíferos, abrangendo 161 espécies e dezenove endêmicas; 150 espécies de anfíbios, das quais 45 endêmicas; 120 espécies de répteis, das quais 45 endêmicas; 1000 espécies de borboletas e 500 espécies de abelhas e vespas.
A vegetação do Cerrado se encontra em uma região onde o clima que predomina é o tropical e apresenta duas estações bem definidas: uma chuvosa, entre outubro e abril; e outra seca, entre maio e setembro.
É constituída por espécies do tipo tropófilas (vegetais que se adaptam às duas estações distintas), além disso, são caducifólias (que caem as folhas no período de estiagem) com raízes profundas. A típica vegetação que ocorre no Cerrado possui troncos tortuosos, de baixo porte, ramos retorcidos, cascas espessas e folhas grossas.
Apesar dessa definição generalizada, o cerrado é constituído por várias características de vegetação, sendo classificado em subsistemas: o cerradão, o cerrado típico, o campo cerrado, o campo sujo de cerrado e o campo limpo, que apresentam altura e biomassa vegetal em ordem decrescente, além de matas, de matas ciliares e de veredas e ambientes alagadiços. O cerradão é a única formação florestal.
Entre as espécies vegetais que caracterizam o Cerrado estão o barbatimão, o pau-santo, a gabiroba, o pequizeiro, o araçá, a sucupira, o pau-terra, a catuaba e o indaiá. Debaixo dessas árvores crescem diferentes tipos de capim, como o capim-flecha, que pode atingir uma altura de 2,5m. Onde corre um rio ou córrego, encontram-se as matas ciliares, ou matas de galeria, que são densas florestas estreitas, de árvores maiores, que margeiam os cursos d’água. Nos brejos, próximos às nascentes de água, o buriti domina a paisagem e forma as veredas de buriti.
Os Cerrados apresentam relevos variados, embora predominem os amplos planaltos. Metade do Cerrado situa-se entre 300 e 600m acima do nível do mar, e apenas 5,5% atingem uma altitude acima de 900m. Os pontos mais elevados do Cerrado estão na cadeia que passa por Goiás em direção sudeste-nordeste. O Pico Alto da Serra do Pireneus, com 1.385 metros de altitude, a Chapada dos Veadeiros, com 1.250 metros e outros pontos com elevação consideradas que se estendem em direção noroeste; a Serra do Jerônimo e outras serras menores, com altitudes entre 500 e 800 metros.
Outra formação é constituída por aflorações e rochas calcárias, com fendas, grutas e cavernas em diferentes tamanhos. Por cima das rochas há uma vegetação silvestre.
Os solos apresentam-se intemperizados, devido à alta lixiviação e possuem baixa fertilidade natural. Apresenta pH ácido, variando de 4,3 a 6,2. Possui elevado conteúdo de alumínio, baixa disponibilidade de nutrientes, como fósforo, cálcio, magnésio, potássio, matéria orgânica, zinco, argila, compondo-se de caulinita, goetita e gibsita. O solo é bem drenado, profundo e com camadas de húmus e esconde um grande manancial de água, que alimenta seus rios.
Nos chapadões arenosos e nos quentes campos rupestres estão os mais exuberantes e exóticos cactos, bromélias e orquídeas, contando com centenas de espécies endêmicas. E ainda existem espécies desconhecidas, que devido à ação do homem podem ser destruídas antes mesmo de serem catalogadas.
A presença de três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata) na região favorece sua biodiversidade .
Essa riqueza biológica, porém, é seriamente afetada pela caça e pelo comércio ilegal. O cerrado é o sistema ambiental brasileiro que mais sofreu alteração com a ocupação humana. Atualmente, vivem ali cerca de 20 milhões de pessoas. Essa população é majoritariamente urbana e enfrenta problemas como desemprego, falta de habitação e poluição, entre outros. A atividade garimpeira, por exemplo, intensa na região, contaminou os rios de mercúrio e contribuiu para seu assoreamento. A mineração favoreceu o desgaste e a erosão dos solos. Na economia, também se destaca a agricultura mecanizada de soja, milho e algodão, que começa a se expandir principalmente a partir da década de 80. Nos últimos 30 anos, a pecuária extensiva, as monoculturas e a abertura de estradas destruíram boa parte do cerrado. Hoje, menos de 2% está protegido em parques ou reservas.
A partir de 1990, governos e diversos setores organizados da sociedade debatem como conservar o que restou do Cerrado, com a finalidade de buscar tecnologias embasadas no uso adequado dos recursos hídricos, na extração de produtos vegetais nativos, nos criadouros de animais silvestres, no ecoturismo e outras iniciativas que possibilitem um modelo de desenvolvimento sustentável e justo.
As unidades de conservação federais no Cerrado compreendem: dez Parques Nacionais, três Estações Ecológicas e seis Áreas de Proteção Ambiental.

Texto adaptado de:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cerrado
http://www.portalbrasil.net/cerrado_tipos.htm
http://www.ibama.gov.br/ecossistemas/cerrado.htm
http://www.brasilescola.com/brasil/cerrado.htm

Mapa dos biomas do Brasil


Mapa do Cerrado

Gruta de formação calcária - Chapada dos Guimarães - MT

Lavoura de algodão - Chapada dos Guimarães - MT

Ipê - árvore típica do Cerrado

Os buritis e suas veredas - Jalapão - TO

O cerrado no Jalapão - TO

Detalhe da casca das árvores - Buraco das Araras - Jardim - MS

Centro Geodésico da América do Sul - Chapada dos Guimarães - MT

Vegetação seca e queimada - Jalapão - TO

Eu conheci o Cerrado em 2008, quando viajei de férias para, entre outros locais, Jardim e Bonito no Mato Grosso do Sul e Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso. Fiquei encantada com a riqueza de sua vegetação e com o poder de "ressurgir das cinzas" após suas típicas e sofridas queimadas anuais (muitas e na maioria delas, criminosas). Em 2010, retornei ao Cerrado, quando estive no Parque Estadual do Jalapão, no Tocantins. Pude vivenciar a tristeza real das queimadas e também, apesar disso, desfrutar do melhor que esse bioma tão amado por mim oferece (mas isso é assunto para outro post). O que quero salientar aqui, é que o Cerrado é, sem dúvida, um bioma esquecido pela população e pelas autoridades governamentais. Fala-se muito em preservação da Amazônia enquanto devastam-se milhares de hectares de Cerrado para serem usados na agricultura. Quem sobrevoa os estados compreendidos pelo Cerrado sabe do que estou falando. Deixo aqui o meu apelo para que este bioma seja mais lembrado e cuidado, pois sua biodiversidade é tão rica que, se for bem usada, pode render tanto quanto o agronegócio, mas de forma sustentável.

E o outono chegou...

... eis as primeiras imagens da estação!





terça-feira, 22 de março de 2011

Dia Mundial da Água

Rio Novo - Jalapão - TO (3º rio mais limpo do mundo)

O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.

Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) está sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado no art. 3º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Fonte: http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_mundial_da_agua.htm

sábado, 19 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Renoir

Pierre-Auguste Renoir nasceu em Limoges em 25 de fevereiro de 1841. Seu pai, Léonard, era alfaiate e sua mãe, Marguerite, costureira. Eram uma família de classe média e em 1844, mudaram-se para Paris para tentar uma vida melhor. Renoir estudou até os 13 anos, depois começou a trabalhar em uma fábrica de porcelana dos Irmãos Lévy, onde pintava buquês e flores em artigos de porcelana. Ficou na fábrica até os 17 anos e depois foi trabalhar para M. Gilbert, pintando temas religiosos vendidos a missionários e pintou em leques e tecidos que eram mais bem remunerados na época o que lhe permitiu juntar algumas economias.
Em 1862, após juntar dinheiro com seu trabalho, Renoir realiza seu sonho: aos 21 anos muda-se para Parìs e entra para a École des Beaux-Arts de Paris ("Escola de belas artes"). Entrou também para o ateliê de Charles Gleyre. Assistindo às aulas no ateliê, além de aperfeiçoar a sua técnica, conquistou a amizade de Alfred Sisley, Monet e Bazille, com quem compartilhou dias de muita conversa e teorização em Paris e de árduo trabalho em Argenteuil, pintando ao ar livre.
Em 1863, Renoir abandonou a École des Beaux-Arts e passou a pintar ao ar livre em Fontainebleau. A sua primeira obra "A Esmeralda" entrou para o Salão em 1864; com ela Renoir conseguiu um certo sucesso. Porém, após a exposição, Renoir destruiu-a. Em 1865, Renoir e seus amigos tornaram-se próximos de Manet, depois, ele conseguiu uma certa noteriedade após expor as suas obras "Almoço na Relva" e "Olympia".
Com a guerra franco-prussiana, seus amigos pintores dispersaram-se e Renoir passou a se hospedar constantemente na casa do amigo Jules Le Couer. Foi na casa de Le Couer que Renoir conheceu Lise Trèhot que passou a ser sua modelo preferida durante um certo tempo. Entre as obras de destaque que Lise posou estão: "Mulher com a sombrinha" (de 1867), "A jovem Cigana" (de 1868) e seu último quadro como modelo que foi "Mulher com periquito" (de 1871).
Lise com a sombrinha é considerada sua primeira obra de destaque. Lise pousou para a tela em Fontainebleau entre as folhagens de uma floresta. Com um vestido todo branco onde poderia apreciar-se os jogos de luz e sombra. A obra era inspirada em Coubert. Apesar do relativo sucesso da obra na ocasião, Renoir atravessava dificuldades financeiras. Em 1869 morava com Lise, de dezenove anos, na casa de seus pais.
Em 1870, Renoir se alistou na cavalaria para lutar na guerra franco-prussiana, mas deu baixa um ano depois por causa de uma doença. Neste mesmo ano, morreria na guerra seu amigo Bazille.
Entre 1870 à 1883, Renoir entra em seu período impressionista. Pinta várias paisagens mas suas obras são mais caracterizadas ao retratar a vida social urbana.
No salão de 1872, ele expôs a tela "Mulheres parisienses vestidas como Argelinas" no Salão Oficial o que lhe conferiu grande sucesso. No ano seguinte, Renoir alugaria um apartamento em Montmartre onde pintou duas obras famosas: "O camarote" e "A bailarina". Em 1873, junto aos seus amigos impressionistas, Renoir expôs suas obras em um salão alternativo ao Salão Oficial de Paris, que foi um fracasso. Neste salão alternativo, Renoir vendeu seu quadro "O camarote" por 425 francos.
No ano de 1875, Renoir vendeu "O passeio" por 1.200 francos. Com o dinheiro ele pode alugar um prédio maior em Montmartre onde ele pintou várias obras. Em 1876, Renoir pintou várias obras famosas: "Nu ao sol", "O balanço" e "Le moulin de la galette". A obra "Le moulin de la galette" foi exposta no terceiro salão alternativo dos impressionistas e trouxe-lhe grande reputação.
Em 1881, Renoir passaria a buscar novas inspirações. Primeiro foi à Argélia, depois à Itália. Na Itália, Renoir conheceu os grandes centros: Milão, Roma, Veneza, Nápoles. O que mais lhe impressionou na viagem foi ver de perto as obras de Rafael.
A viagem foi uma inspiração para buscar mais consistência em sua obra; tentou tornar-se um artista em grande estilo renascentista. As figuras de suas obras tornaram-se mais imponentes e formais, e muitas vezes abordou temas da mitologia clássica. O contorno de seus personagens tornaram-se mais precisos, formas desenhadas com mais rigor e cores mais frias.
Além de Rafael, Renoir foi influenciado pela obra de Ingres, pintor neoclássico, que admirava e defendia em debates com os amigos impressionistas.
Esse novo período em sua arte, de 1883 a 1887, ficou conhecido como período seco. Nesta nova fase não houve mais espaço para pintura ao ar livre.
Renoir começaria a realizar estudos do qual surgiria uma de suas grandes obras: "As grandes banhistas" que só ficou pronta em 1887.
Chamada pelo pintor de período iridescente, a partir de 1889 Renoir mudaria novamente de estilo. Era uma fase de recuperação da liberdade da juventude. Em 1890, ele pintou "Duas meninas colhendo flores" e "No prado". Passou também a pintar muitos nus e retratos (ainda uma das maiores fontes econômicas do pintor).
Em 1903, Renoir ao piorar da artrite mudou-se para Cagnes. Passou a retratar Gabrielle, jovem contratada para servir seus pequenos filhos.
Sentindo cada vez mais dificuldades para segurar os pincéis, acabou tendo que amarrá-los às mãos. Começou também a esculpir, na esperança de poder expressar seu espírito criativo através da modelagem, mas até para isso ele precisou de ajuda, que veio na forma de dois jovens artistas, Richard Gieino e Louis Morel, que trabalhavam segundo suas instruções.
Apesar das graves limitações físicas, Renoir continuou trabalhando até o último dia de sua vida. Em 1908, ele pintou sua versão para "O julgamento de Paris".
Renoir faleceu em 3 de dezembro de 1919 aos 78 anos.

Fonte:
Texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre-Auguste_Renoir
Imagens: Google











segunda-feira, 14 de março de 2011

Meus bebês!

Bebezão!

Dá a mãozinha...

"Eu sou muito bonita...

... e vaidosa!"


domingo, 13 de março de 2011

Zoo de Buenos Aires

O Zoológico de Buenos Aires ocupa uma área de 18 hectares no bairro portenho de Palermo, em frente à Praça Itália. A entrada principal se encontra na esquina da Avenida Sarmiento e a Avenida General Las Heras.
O zoológico conta com 89 espécies de mamíferos, 49 espécies de répteis e 175 espécies de aves, superando um total de 2.500 animais. A instituição cumpre as funções de conservação das espécies, de investigação e de educação.
O Presidente Domingo Sarmiento foi o responsável do projeto de lei para a criação do Parque Três de Fevereiro, nas terras que pertenciam antigamente a Juan Manuel de Rosas. O projeto foi apresentado em 1874, e o parque foi finalmente inaugurado em 11 de novembro de 1875, com uma seção zoológica próxima aonde se encontra na atualidade. O prédio foi propriedade do Estado Nacional até que em 1888 foi transferido para a Municipalidade de Buenos Aires. Foi assim que o Intendente da cidade, Antonio Crespo, criou o Zoológico de Buenos Aires, que foi separado do Parque.
O primeiro Diretor foi Eduardo Holmberg, quem foi designado em 1888 e permaneceria em sua função durante 15 anos. Holmberg foi o encarregado de projetar a localização dos diferentes parques, lagos e avenidas, e começar com a exibição que em esse então contava com 650 animais. Nessa época os zoológicos não tinham as funções que possuem na atualidade, já que sua função era simplesmente a de um passeio recreativo, pelo que o prédio contava com muito pouco espaço para os animais e muito para a recreação dos visitantes. A arquitetura dos edifícios onde eram exibidos os animais respondia ao país de origem dos mesmos, é por esta razão que foi declarado Monumento Histórico.
Clementi Onelli foi Diretor desde 1904 a 1924, e sua gestão lhe deu um grande impulso ao Jardim Zoológico. Onelli agregou um aspecto didático ao zoológico, já que implementou passeios em pôneis, elefantes e camelos, aumentando a quantidade de visitantes durante o primeiro ano de sua gestão de 1.500 a 15.000. Neste zoológico nasceu o primeiro elefante asiático em cativeiro do mundo. Desde meados do século XX o zoológico começou a decair, o que facilitou os impulsos privatizadores. Em 1989, Gerardo Sofovich foi designado pelo Presidente Carlos Menem como Coordenador do Zoológico, durando o cargo até a privatização. Em 1991 a concessão do zoológico foi dada por 20 anos para uma empresa privada, da qual Sofovich era acionista. Logo, a empresa Corporación Interamericana de Entretenimento se fez cargo da mesma, situação que se mantém até a atualidade.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Zool%C3%B3gico_de_Buenos_Aires
Para saber mais: http://www.zoobuenosaires.com.ar/























Eis o "culpado" por eu gostar tanto dos animais! Olha a alegria dele alimentando os animais!

Flor de alecrim do campo


Linda foto clicada e enviada por um fotógrafo super talentoso e meu amigo do peito!

sábado, 12 de março de 2011

Presente...

Adorei o presente que ganhei da minha irmã: um álbum de fotos feito com folhas e sementes na capa e papel reciclado no interior. Lindo, lindo, lindo! Obrigada, mana!





sexta-feira, 11 de março de 2011

Imagem do dia

Hoje teve quase tudo: sol, calor, chuva forte, muito forte mesmo e, para finalizar, um belo arco-íris!! Claro que não pude deixar de registrar!!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Reflexão do dia


"Viver é desenhar sem borracha."
Millôr Fernandes
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