sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Começa hoje! 24h de atrações culturais!

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Virada Cultural em Santiago


Evento imperdível!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Inspiração do dia...

Quem não gostaria de ter uma vista assim da janela do seu quarto? 

quarta-feira, 11 de julho de 2012

quinta-feira, 5 de julho de 2012

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Buracos azuis e piscinas naturais impressionantes

A natureza cria obras surpreendentes. É o caso de piscinas naturais e os 'buracos azuis', depressões no fundo dos oceanos, alguns dos quais podem até ser vistos desde o espaço. Por exemplo o Waimea Bay, Estados Unidos: a ilha havaiana de Oahu tem algumas das principais belezas naturais do arquipélago. No litoral norte da ilha, Waimea Bay é um dos principais pontos para a prática do surfe, e conta com piscinas naturais que se formam em suas águas rasas.
Foto: HTA/Heather Titus

Lagoa Azul, Islândia: situada na cidade de Grindavik, a 39 km de Reykjavik, capital da Islândia, a Lagoa Azul é uma enorme lagoa com águas termais de até 40°. Forma um spa geotérmico com efeitos relaxantes e alta concentração de algas e sais minerais, eficiente para o tratamento de doenças de pele.
Foto: Divulgação
Buraco Azul de Dean, Bahamas: o Buraco Azul de Dean é o maior buraco azul conhecido no mundo, com mais de 200 metros de profundidade no litoral da ilha de Long Island, nas Bahamas e pode ser visto desde o espaço. O local é muito apreciado por mergulhadores e foi palco de 25 recordes mundiais de mergulho em profundidade.
Foto: Bahams Tourism
Cenote Ik Kil, Península de Yucatán, México: no litoral Atlântico do México, a Península de Yucatán tem numerosos cenotes, grutas de calcário que formam maravilhosas piscinas naturais. Situado a cerca de 35 km do sítio arqueológico de Chichen Itzá, o cenote de Ik Kil tem 60 metros de diâmetro e 40 de profundidade.  Foto: Daryl Mitchel

Grotta della Poesia, Roca Vecchia, Itália: a poucos quilômetros da cidade de Lecce, no sudeste da Itália, a Península de Salento tem praias banhadas pelas águas do mar Adriático. Em meio a vestígios arqueológicos à beira do mar, a localidade litorânea de Roca Vecchia tem grutas submarinas que formam piscinas naturais, como a Grotta della Poesia, perfeita para mergulhos sob o sol do verão europeu.
Foto: Chad Palomino
The Devil's Pool; Cataratas de Vitória, Zâmbia: The Devil s Pool, A Piscina do Diabo em português, é uma das piscinas naturais mais impressionantes e assustadoras do mundo. Num espaço formado por rochas no rio Zambezi, turistas se banham à beira de uma queda de mais de 100 metros de altura nas Quedas Victoria, na fronteira da Zâmbia com o Zimbábue. O mergulho não é recomendado para pessoas com vertigem, mas a paisagem é incrível.
Foto: stock.xchng
Gruta Azul, Brasil: a região de Bonito, no Mato Grosso do Sul, é famosa por ter algumas das maiores belezas naturais do Brasil, com inúmeras cachoeiras, rios cristalinos, florestas e cavernas. A Gruta da Lago Azul é uma de suas principais atrações: um impressionante caverna com estalactites e um lago com águas com um azul intenso.
Foto: Visit Brasil
Lençóis Maranhenses: o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses tem 270 km², com belas lagoas de água doce formadas pela acumulação das chuvas em meio às dunas A cerca de 260 km de São Luis, os lençóis maranhenses tem paisagens que se encontram entre as mais bonitas do Brasil.
Foto: Visit Brasil
Little River, Estados Unidos: em meio às montanhas Blue Ridge, no sudoeste do Estado Americano de Virginia, o pequeno rio conhecido como Little River oferece aos turistas águas tranqüilas para se refrescar durante o verão. A pequena cidade de Floyd é um bom ponto para descobrir as belezas naturais da região. Foto: Floyd Virgina Touris
Piscinas de Maragogi, Alagoas: a 125 km de Maceió, Maragogi é conhecida por suas imperdíveis piscinas naturais. Para chegar até elas é preciso entrar 6,5 km mar adentro, onde formações coralinas formam piscinas em meio a águas rasas e transparentes.
Foto: Visit Brasil

E você, quais destes paraísos conhece? Quais gostaria de conhecer?

terça-feira, 26 de junho de 2012

sexta-feira, 22 de junho de 2012

William-Adolphe Bouguereau

 

  William-Adolphe Bouguereau (La Rochelle, 30 de novembro de 1825 – La Rochelle, 19 de agosto de 1905) foi um professor e pintor acadêmico francês. Com um talento manifesto desde a infância, recebeu treinamento artístico em uma das mais prestigiadas escolas de arte de seu tempo, a Escola de Belas Artes de Paris, onde veio a ser mais tarde professor muito requisitado, ensinando também na Academia Julian. Sua carreira floresceu no período áureo do academicismo, sistema de ensino do qual foi um ardente defensor e do qual foi um dos mais típicos representantes. Sua pintura se caracteriza pelo perfeito domínio da forma e da técnica, com um acabamento de alta qualidade, obtendo efeitos de grande realismo. Em termos de estilo, fez parte da corrente eclética que dominou a segunda metade do século XIX, mesclando elementos do neoclassicismo e do romantismo em uma abordagem naturalista com boa dose de idealismo. Deixou obra vasta, centrada nos temas mitológicos, alegóricos, históricos e religiosos; nos retratos, nos nus e nas imagens de jovens camponesas. Acumulou fortuna e granjeou fama internacional em vida, recebendo inúmeros prêmios e condecorações — como o Prêmio de Roma e a Legião de Honra — mas no final de sua carreira começou a ser desacreditado pelos pré-modernistas. A partir do início do século XX, logo após sua morte, sua obra foi rapidamente esquecida, chegando a ser considerada de todo vazia e artificial, e um modelo de tudo o que a arte não deveria ser, mas na década de 1970 começou a ser novamente apreciada, e hoje é considerado um dos grandes pintores do século XIX. No entanto, ainda existe bastante resistência ao seu trabalho, permanecendo a polêmica em seu redor. Saiba mais aqui.

 
O nascimento de Vênus
   
L'etoile Perdue
   
As tristezas do amor
 
Lidylle
A canção dos anjos

Para conhecer mais.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

terça-feira, 19 de junho de 2012

Tudo que vicia começa com "C"

TUDO QUE VICIA COMEÇA COM "C"
 Luiz Fernando Veríssimo

Por alguma razão que ainda desconheço, minha mente foi tomada por uma idéia um tanto sinistra: vícios. Refleti sobre todos os vícios que corrompem a humanidade. Pensei, pensei e, de repente, um insight: tudo que vicia começa com a letra C! De drogas leves a pesadas, bebidas, comidas ou diversões, percebi que todo vício curiosamente iniciava com cê. Inicialmente, lembrei do cigarro que causa mais dependência que muita droga pesada. Cigarro vicia e começa com a letra c. Depois, lembrei das drogas pesadas: cocaína, crack e maconha. Vale lembrar que maconha é apenas o apelido da cannabis sativa que também começa com cê. Entre as bebidas super populares há a cachaça, a cerveja e o café. Os gaúchos até abrem mão do vício matinal do café mas não deixam de tomar seu chimarrão que também – adivinha – começa com a letra c. Refletindo sobre este padrão, cheguei à resposta da questão que por anos atormentou minha vida: por que a Coca-Cola vicia e a Pepsi não? Tendo fórmulas e sabores praticamente idênticos, deveria haver alguma explicação para este fenômeno. Naquele dia, meu insight finalmente revelara a resposta. É que a Coca tem dois cês no nome enquanto a Pepsi não tem nenhum. Impressionante, hein? E o computador e o chocolate? Estes dispensam comentários. Os vícios alimentares conhecemos aos montes, principalmente daqueles alimentos carregados com sal e açúcar. Sal é cloreto de sódio. E o açúcar que vicia é aquele extraído da cana. Algumas músicas também causam dependência. Recentemente, testemunhei a popularização de uma droga musical chamada “créeeeeeu”. Ficou todo o mundo viciadinho, principalmente quando o ritmo atingia a velocidade… cinco. Nesta altura, você pode estar pensando: sexo vicia e não começa com a letra C. Pois você está redondamente enganado. Sexo não tem esta qualidade porque denota simplesmente a conformação orgânica que permite distinguir o homem da mulher. O que vicia é o “ato sexual”, e este é denominado coito. Pois é. Coincidências ou não, tudo que vicia começa com cê. Mas atenção: nem tudo que começa com cê vicia. Se fosse assim, estaríamos salvos pois a humanidade seria viciada em Cultura.

E o segredo foi revelado...

Para refletir

quinta-feira, 31 de maio de 2012

terça-feira, 29 de maio de 2012

Imagem do dia!

terça-feira, 15 de maio de 2012

10 anos sem Lutz

17/12/1926 - 14/05/2002

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Brahms - para ouvir e sentir


Hoje, 7 de maio de 2012, comemoro os 179 anos daquele que é o meu compositor favorito, a quem dedico uma profunda devoção, Johannes Brahms. Os meus três compositores preferidos, na ordem, são Brahms, Beethoven e Bach. Os 3B’s, como dizem (não, não me venham com BBB). Não é difícil as pessoas incluírem esses três gênios como os seus compositores preferidos. Difícil é colocar Brahms como o primeiro da lista. Geralmente é Beethoven ou Bach. Às vezes, Mozart, às vezes, Wagner, e por aí vai. Mas eu coloco Brahms. Sei que não sou o único, sei de outros casos, mas poucos, bem poucos, se compararmos com os outros compositores mencionados.

Claro que isso é uma questão de gosto pessoal, obviamente, é algo subjetivo, de identificação particular, não há um critério objetivo que se apresente para afirmar: Brahms é melhor que Beethoven ou Bach. E não digo que Brahms é melhor que eles. E nem desejo realizar comparações. Apenas digo que Brahms é o meu favorito porque sua música reúne uma série de características com as quais me identifico total e profundamente e que não encontro reunidas em nenhum outro compositor. Não há uma só composição de Brahms que eu não aprecie com intensidade. Diria mais, não há um só trecho de Brahms que eu posso dizer: “não gostei dessa parte”. Isso não existe para mim. Obviamente, conheço a fundo toda sua obra. Ao menos, aquelas obras que ele não destruiu. Brahms, um perfeccionista, quando não se dava por satisfeito com um trabalho, destruía-o, queimava-o. Fico imaginando, inconsolável, quanta música de qualidade ele deve ter queimado. Sim, porque mesmo que o próprio Brahms não estivesse satisfeito, estou certo que eu iria apreciar.

Mas o que há em Brahms que eu tanto admiro? Muita coisa, a começar pelo seu perfeito equilíbrio entre mente e coração. Brahms era um romântico, sua música inclui-se na época do Romantismo, porém não se limita a ele. Brahms não era um romântico como qualquer outro. Sua música não se deixa levar por sentimentalismos, por emoções fáceis, por inspirações não lapidadas. Sua obra é intensamente emocional, porém fruto de uma emoção densa, profunda, autêntica, exaustivamente trabalhada, concentrada, pensada, refletida, sem impulsividades, sem precipitações, sem exageros, sem grandiloquências desnecessárias. 

Ouvir Brahms exige real concentração, devoção, eu diria. Sua música não é de fácil assimilação, não foi feita para agradar ouvidos, mas para comunicar ao mais profundo de nossa sensibilidade, mente, espírito, como queiram. Sua substância densa, complexa, de cores predominantemente sombrias, geralmente melancólica e emocionalmente pesada não é para momentos de descontração ou de amenidades. Não se encontram na obra de Brahms firulas de exibicionismo técnico ou artificialismos. É arte verdadeiramente vivida. É música séria, severa, firme, segura, assentada sobre bases sólidas, de uma força áspera, às vezes, selvagem, que jamais se rende. 

Mas Brahms também sabe ser lírico, apaixonado, amável, terno, suave, luminoso, porém nunca derramado. É trágico, mas jamais melodramático. É vitorioso, sem nunca descambar para felicidades incontidas. Brahms sonha, mas é um sonho cuidadoso, cauteloso, sem expectativas ilusórias. Não há espaço para otimismos de sorrisos fáceis. 

Brahms é um forte.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Para descontrair!

sábado, 14 de abril de 2012

A importância da mata ciliar

Para entender, veja a matéria completa aqui.

Amor de irmãos...

O outono é cor-de-rosa!










sexta-feira, 13 de abril de 2012

segunda-feira, 9 de abril de 2012

domingo, 8 de abril de 2012

Um belo domingo de Páscoa!

Feliz Páscoa!!!

quinta-feira, 29 de março de 2012

Grande perda...

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