sábado, 19 de fevereiro de 2011

Casa de Cultura Mario Quintana

A história da Casa de Cultura Mario Quintana tem início em julho de 1980, com a compra do antigo prédio do Hotel Majestic, pelo Banrisul, no governo de Amaral de Souza. O negócio foi feito para que o governo do Estado pudesse comprá-lo, já que o poder público não dispunha de recursos suficientes para cobrir o valor real.
Em 29 de dezembro de 1982, o governo do Estado adquiriu o Majestic do Banrisul e, um ano mais tarde, o prédio foi arrolado como patrimônio histórico, tendo início, a partir de então, sua transformação em Casa de Cultura. No mesmo ano, através da Lei 7.803, de 8 de julho, recebeu a denominação de Mario Quintana, passando a fazer parte da então Subsecretaria de Cultura do Estado.
Os espaços tradicionais da Casa de Cultura Mario Quintana estão voltados para o cinema, a música, as artes visuais, a dança, o teatro, a literatura, a realização de oficinas e eventos ligados à cultura. Eles homenageiam grandes nomes da cultura do Estado do Rio Grande do Sul: Galeria Augusto Meyer, Complexo Bruno Kiefer, Teatro Bruno Kiefer, Sala Eduardo Hirtz, Biblioteca Érico Veríssimo, Espaço João Fahrion, Auditório Luís Cosme, Discoteca Nato Henn, Sala Paulo Amorin, Espaço Romeu Grimaldi, Espaço Vasco Prado, Biblioteca Armando Albuquerque, Teatro Carlos Carvalho, Espaço Elis Regina, Espaço Fernando Corona, Biblioteca Lucília Minssen, Espaço Maurício Rosemblatt, Sala Norberto Lubisco, Sala Radamés Gnattali, Galeria Sotero Cosme, Galeria Xico Stockinger.
No 5º andar, está localizado o Jardim Lutzenberger, que apresenta, em pleno centro de Porto Alegre, uma diversidade de coleções e ambientes botânicos, representativos de banhados, desertos, pradarias e ambientes tropicais. Mantido pela Fundação Gaia, o jardim homenageia o ambientalista gaúcho José Antonio Lutzenberger, que era um amante e grande defensor das paisagens naturais. Ele também considerava a jardinagem uma ferramenta singular de estímulo à sensibilidade individual para preservação ambiental. Mais informações no site www.fgaia.org.br
Fonte: http://www.ccmq.com.br/















Theatro São Pedro

O Theatro São Pedro surgiu por iniciativa de uma sociedade acionária de doze cidadãos, que visavam construir um teatro - que se chamaria São Pedro de Alcântara - cujos rendimentos seriam destinados para auxílio da Santa Casa de Misericórdia. Em vista da louvável proposta, o então presidente da província Manoel Antônio Galvão doou em 1833 um terreno com 100 x 200 palmos para a sua construção, localizado na Praça da Matriz, no centro de Porto Alegre. As obras foram iniciadas no ano seguinte, mas estiveram interrompidas por dez anos, ainda na fase dos alicerces, em função da Revolução Farroupilha ocorrida entre 1835 e 1845.
Depois da guerra, para continuidade das obras foi constituída uma nova sociedade que, não obstante ser de caráter privado, logo buscou subsídios oficiais, que foram concedidos pelos governos seguintes, e em 1850 os trabalhos foram retomados. A pedido da Santa Casa o projeto foi elaborado no Rio de Janeiro, e executado por Phillip von Normann, que se encarregou de toda a construção, com exceção da decoração final, que ficou a cargo de Emil Julius Textor. As verbas para a construção vieram de um programa de loterias estaduais, e finalmente o edifício em estilo neoclássico foi inaugurado em 27 de junho de 1858, com capacidade para 700 espectadores e decoração em veludo e ouro, numa época em que Porto Alegre tinha pouco mais de vinte mil habitantes. Em breve a sociedade constituída para sua conservação, a Associação do Teatro, não conseguiria mais fazer frente às despesas, e o imóvel foi desapropriado pelo poder público em 2 de abril de 1861.
Durante mais de cem anos, o Theatro São Pedro foi palco de alguns dos mais importantes espetáculos assistidos em Porto Alegre. Passaram pelo teatro, por exemplo, os pianistas Arthur Rubinstein, Friedrich Gulda, Magda Tagliaferro e Claudio Arrau, o maestro Heitor Villa-Lobos, as cantoras Bidu Sayão e Marian Anderson, o dramaturgo Roman Riesch, o grupo francês Les Comediens des Champs-Elisées, a Orquestra de Versalhes, os atores Walmor Chagas, Paulo Autran, Fernanda Montenegro, Paulo Gracindo, etc.
Apesar de tudo isso, em abril de 1973, o Theatro São Pedro foi interditado por "absoluta falta de condições técnicas".
As obras de restauração iniciaram em 1975, sob a orientação de Eva Sopher, que na época dirigia o Instituto Proarte, com a idéia de "integração do passado com o presente".
A reinauguração aconteceu em agosto de 1984, com o espetáculo de teatro de bonecos O julgamento do cupim, do Grupo Cem Modos, o musical Piaf, com Bibi Ferreira e uma apresentação da Orquestra Sinfônica Brasileira regida por Isaac Karabtchevsky.
Em sua nova fase, o teatro tem sido administrado pela Fundação Theatro São Pedro, criada em 1982 e desde então dirigida por Dona Eva Sopher, ligada de forma autônoma à Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul. Em 1985 passou a contar com uma Orquestra de Câmara.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Theatro_S%C3%A3o_Pedro_(Porto_Alegre)

Para saber mais: http://www.teatrosaopedro.com.br/tsp/novo/historia

Em frente ao Theatro

Nos jardins do Memorial

Multipalco

Restaurante com teto ecológico

Réplica do Theatro

No Café do Theatro, com vista para a Praça da Matriz

Os camarotes

A riqueza de detalhes do lustre e das pinturas

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Um pulinho na Sbørnia...

Tangos & Tragédias é um espetáculo que reúne música, humor, teatro e muita interação com o público. Os recursos cênicos são garantidos pela ficção construída em torno dos dois personagens: o Maestro Plestkaya (Nico Nicolaiewsky) e o violinista Kraunus Sang (Hique Gomez).
Artistas vindos de um país imaginário chamado Sbørnia (Sbørnia do Sul, para ser mais exato), eles executam ao longo de uma hora e meia de espetáculo músicas do folclore sbørniano, canções brasileiras e sucessos da música internacional.
Tudo passando pelo filtro da comicidade, da teatralidade. Esses são os ingredientes que fazem Tangos & Tragédias agradar diferentes plateias e faixas etárias.
É um espetáculo universal pelo seu despojamento e por tratar com humor os grandes temas como o amor impossível, a dor-de-cotovelo e outras tragédias do ser humano.
Tangos & Tragédias estreou em 1984 em Porto Alegre. Criado por Hique Gomez (Clique aqui e saiba mais sobre Hique em seu site oficial) e Nico Nicolaiewsky (Saiba mais sobre a Òpera "As Sete Caras da Verdade" de Nico Nicolaiewsky ou em seu site oficial: "Onde está o amor?") que são também os protagonistas desta comédia musical, encenando respectivamente Kraunus Sang com seu violino delirante e o maestro Plestkaya, com seu acordeom de efeitos fantásticos. Todos estes anos em cartaz, ainda tem gente que vai assistir, muitos pela segunda, terceira ou mais vezes. É um espetáculo cult , uma espécie de vale-a-pena-ver-de-novo do teatro brasileiro.
Desde 1987 nas temporadas de verão durante o mês de janeiro, a dupla consegue com seus delirantes personagens, a incrível façanha de lotar todas as sessões no Theatro São Pedro, em Porto Alegre.
O espetáculo já passou pelos mais importantes teatros do Brasil, onde segue em constantes turnês e conta ainda com uma versão integral para língua espanhola, que já passou pela Argentina, Equador, Colômbia e Espanha. Em 2003, em Portugal, Tangos e Tragédias foi escolhido pelo público como o melhor espetáculo durante o Festival Internacional de Teatro de Almada e voltou em 2004 como "Espetáculo de Honra". Em 2007 voltam para uma semana no teatro Tivoli e rápida turnê pelo país.

Fonte: http://www.tangosetragedias.com.br

Numa agradabilíssima noite de sábado, finalmente realizei meu sonho de assistir o espetáculo Tangos e Tragédias, na companhia da minha amiga Lígia.
Realmente, o Theatro São Pedro lota e o espetáculo foi muito melhor do que eu imaginava, pois eles interagem o tempo todo com o público! E ao final do espetáculo, quando a gente pensa que tudo vai acabar e teremos que ir embora, eles saem do palco e continuam o show do lado de fora do teatro, ao ar livre, em plena Praça da Matriz! E as fãs, que viajaram 500 Km para ver esse verdadeiro espetáculo, puderam falar com eles, abraçar, tirar fotos, pegar autógrafos, enfim, tudo que um fã tem direito!
Valeu, Hique e Nico, vocês são nota dez!!! Obrigada por tudo! Sucesso sempre!

Essa é para a posteridade!

Um pouco antes do espetáculo começar. Logo depois desta foto, o teatro lotou!

Antes da apresentação deles, o "Homem da Folha" nos encantou com seu talento!

Agora sim: direto da Sbørnia!

Kraunus Sang e Maestro Plestkaya

Eles são artistas espetaculares!

Maestro Plestkaya

Eu, na Sbørnia! hahaha!

Interagindo com o público!

Lígia, Kraunus Sang e eu!

Eu e Kraunus Sang, na Sbørnia!

Kraunus autografando o DVD que adquiri da Sbørnia Records!

Valeu, valeu, valeu!!!

FILE POA 2011

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica no Santander Cultural em Porto Alegre.

O Santander Cultural e a Oi Futuro apresentam em Porto Alegre
o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – File Poa 2011,
de 26 de janeiro a 27 de fevereiro de 2011, no Santander Cultural,
Centro Histórico, em frente à Praça da Alfândega. Em sua segunda edição
na capital gaúcha, o File, uma iniciativa brasileira conectada à rede
das importantes produções mundiais do gênero, trará projetos de arte
digital, instalações interativas e debates, com o objetivo de promover
e estimular as expressões estéticas produzidas no cenário da cultura
eletrônica e digital.

O File mostra nesta edição algumas obras premiadas no FilePrixLux,
prêmio internacional destinado a profissionais na área das linguagens
eletrônicas e digitais.O prêmio recebeu 1.235 inscrições de 44 países
para concorrer em três categorias: Arte Interativa, Linguagem Digital
e Sonoridade Eletrônica. Um júri internacional elegeu os melhores
trabalhos.

Entre os projetos premiados estão: Luzes Relacionais (Relational Lights)
do artista venezuelano Ernesto Klar, 1º lugar na categoria Arte Interativa,
e os brasileiros, Reler, da Raquel Kogan, mensão honrosa na categoria
Sonoridade Eletrônica, Marvim Gainsbug, de Jeraman & Filipe Calegario
e Breathing, do Guto Nóbrega, ambos menções honrosas na categoria
Linguagem Digital.

O File apresenta também a obra feelMe, de Ricardo Barreto,
Maria Hsu & AMUDI, que pela primeira vez transmite a sensação tátil
à distância. Participam desta 2ª edição do File Poa 2011 trabalhos
nas áreas de arte interativa, instalações sonoras, objetos sonoros,
mesas multitoques, animações computadorizadas,
e ainda o File Maquinema, um conjunto de filmes construídos,
não na realidade em que vivemos, mas em realidades virtuais
como as de jogos digitais e de mundos que se encontram na rede.

O File, maior evento do gênero no Brasil e na América Latina,
há onze anos insere o país no contexto mundial da arte e tecnologia,
valorizando sempre a contribuição educacional da exposição,
do simpósio e dos workshops. Trata-se de uma compilação
de produções artísticas no campo das artes eletrônicas e digitais,
além de ser um indicador da pluralidade desta linguagem no mundo
contemporâneo.

Fonte: http://sortimentos.com/2010/festival-internacional-de-linguagem-eletronica-no-santander-cultural-em-porto-alegre/

Santander Cultural

Eu estive lá!

Um close no interior do Santander Cultural - local que sempre vou quando estou em POA!

Nesta exposição, interatividade é tudo!

Muito legal!

Jogando...

E eu também virei obra de arte!!

Gostou? Quer ser uma obra de arte também? Então participe! A entrada é franca.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

domingo, 30 de janeiro de 2011

Mais imagens de Ernesto Alves

Mais um domingo super agradável em Ernesto Alves!






quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Liberdade...


"Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome". Clarice Lispector

Postagem da minha amiga Tainã

A Tainã resolveu indicar alguns blogs que ela segue e o meu foi o indicado desta semana! Veja a postagem e aproveite para dar uma "espiadinha" no blog dela: http://cenasdaminhamemoria.blogspot.com/



Esse blog é para os apaixonados pela natureza. A Michele posta fotos dos lugares lindíssimos para onde viaja, além de reflexões, músicas, etc.

sábado, 22 de janeiro de 2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Uma verdadeira raridade!

Casa de cupim...


... seria extremamente normal, se não fosse de pedra!
Isso mesmo, isso é um fóssil!
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