segunda-feira, 20 de junho de 2011

Jalapão - TO - A 2ª vez é ainda melhor que a 1ª!

Não deu pra resistir. Eu falei que voltaria e voltei! Passei novamente as férias no Jalapão!! Natureza exuberante, pura, preservada, águas cristalinas, paz total e o Safari Camp da Korubo com toda a mordomia no meio do nada, além de uma comidinha deliciosa, foram suficientes para descansar e aproveitar muito as férias! Obrigada a toda a equipe da Korubo! Fica a saudade e as fotos pra relembrar dos ótimos momentos no Jalapão!

Preparação para a canoagem

Canoagem no Rio Novo

Cânion Suçuapara

Indo para as dunas; ao fundo, a Serra do Espírito Santo

Veredas e buritis

Dunas douradas

Dunas

Jalapão - TO - A 2ª vez é ainda melhor que a 1ª! (2)

Cachoeira do Formiga

Cachoeira do Formiga

Fervedouro

Fervedouro do Soninho

Fervedouro do Soninho

Vista da Serra do Espírito Santo (ao fundo, o início da Serra Geral)

Na Serra do Espírito Santo

Rio Novo ao entardecer

Cachoeira da Velha

Quer conhecer o Jalapão? Acesse http://www.jalapao.com/

Talento super precoce!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Imagem do dia

Belíssima pintura de Daniel F. Gerhartz

Jalapão no Globo Repórter (2)


Marca registrada do Jalapão, a serra pode ser vista de muito longe na vastidão de cerrado. As rochas são formações areníticas e há mais de 65 milhões de anos vêm sendo moldadas pela ação do vento.O músico Adão Ribeiro Cunha e Galdino Amaral da Cunha, de 11 anos, cantam o dia a dia do Jalapão, os bichos, as matas, rios e riachos. É de um violão e de uma violinha feita da casca do buriti, palmeira presente em todo o cerrado, que vem a singela melodia acompanhando as letras. "Quando a gente está andando no mato, começa a pensar e começa a fazer as músicas", diz Galdino.
A família numerosa se orgulha e faz questão de prestigiar as apresentações de pai e filho: a dupla Jalapão e Tocantins. Adão conta que já foi pra longe, tentou ganhar a vida na cidade grande, mas o coração ficou triste e resolveu voltar: "Já morei em várias capitais. Inclusive eu quero dizer que tem muita boniteza, mas igual ao Jalapão eu não conheço".

Jalapão no Globo Repórter


A cor da água, verde esmeralda, lembra o mar do Caribe. O solo arenoso facilita a absorção da água e alimenta as nascentes. E no meio da biodiversidade local encontramos o fervedouro, onde é impossível afundar. O Globo Repórter foi até uma região intocada do cerrado e suas formas. Veredas, chapadas e rios recortam a imensidão. É a beleza em estado bruto. No coração do Brasil, a natureza pulsa em um ritmo próprio. A vida selvagem revela surpresas, e você é o nosso convidado para viver esta aventura.
Desbravamos o centro do país, no estado do Tocantins, por rios e estradas que parecem sem fim. Percorremos mais de quatro mil quilômetros em uma terra repleta de enigmas, que podem surgir de qualquer lugar, até do céu.
Na pequena Bielândia, de dia, a vida é pacata. Mas, quando o sol começa a se por, vemos outro tipo de morador voltar para casa. Os periquitos surgem de longe, em grupos ou casaizinhos, e vão se alojando na copa dos eucaliptos. Às 18h, eles já são centenas, na maior algazarra.
De repente, um comando faz com que, exatamente ao mesmo tempo, se lancem em uma revoada. Em seguida, voltam aos galhos para passar a noite. "Eles vêm às 18h. Aí ficam um pouco. Depois, eles começam a rodear a cidade, fazendo muito barulho", conta Sallycson Milhomem, de 11 anos.
É um espetáculo diário, com a mesma coreografia impecável.
Rumamos para o leste, no sentido Jalapão, um território de oito municípios em uma área de 34 mil quilômetros quadrados. Longas estradas empoeiradas nos desafiam. Em quatro horas de viagem, cruzamos com apenas um carro, mas logo nos deparamos com os verdadeiros donos do caminho.
O gavião carcará, uma ave de rapina, caminha pela estrada e só depois nos dá passagem. Outro nos observa de cima. O tatu corre ligeiro, parece pressentir algum perigo. Os bichos são mesmo maioria na região. A densidade demográfica do Jalapão é de menos de um habitante por quilômetro quadrado, um lugar onde é fácil ouvir o silêncio que é quebrado com uma cantiga.
Conhecemos a aposentada Hermínia de Souza quando ela vinha no lombo do cavalo, após andar horas para comprar mantimentos no povoado perto de onde vive. Ao todo, são seis quilômetros. Aos 73 anos, ela mora só, sem vizinhos próximos.
Globo Repórter: A senhora não tem medo de morar sozinha?
Hermínia de Souza, aposentada: Eu não. Quando dá de noite, minhas ferramentas ficam debaixo da cama. A policia da minha casa é eu.
Globo Repórter: E os bichos?
Hermínia de Souza, aposentada: Eu não tenho medo de bichos.
A aposentada fala com orgulho da sua origem: "sou nascida e criada aqui no Jalapão. Aqui é o coração do mundo, as veias, os rios da água doce saem todos dessa serra".
É a sabedoria da dona Hermínia. Os rios são mesmo abundantes.
Na região conhecida como Sertão das Águas, existe uma riqueza de nascentes, córregos, rios e cachoeiras. Nela, a natureza é exuberante e encanta visitantes como nós.
A cor da água, verde esmeralda, lembra o mar do Caribe. O solo arenoso facilita a absorção da água e alimenta as nascentes. E assim encontramos um fenômeno: o fervedouro, onde é impossível afundar.
"É um fenômeno chamado ressurgência hídrica. Acontece que o lençol freático não encontra vazão sob a camada de rocha que é impermeável, e ele nasce com essa pressão que impede que as pessoas afundem. Então, a água sai com muita pressão, pelas fendas, e causa esse fenômeno que a gente fica vendo, borbulhando por baixo da areia", explica a bióloga Cassiana Solange Moreira.

Nas Entrelinhas

No dia 09 de junho, minha amiga Lígia Rosso lançou seu primeiro livro - Nas Entrelinhas. Eu não pude estar presente num dos momentos mais importantes de sua vida, mas estava em pensamento, mandando boas energias! Lígia, parabéns e muito sucesso! Você merece o melhor, sempre!

sábado, 11 de junho de 2011

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Museu da Comunicação Hipólito José da Costa - Porto Alegre

Instituição da Secretaria de Estado da Cultura, o Museu da Comunicação Hipólito José da Costa foi criado através de decreto em 10 de setembro de 1974 com a finalidade de guardar, preservar e difundir a memória dos meios de comunicação no Rio Grande do Sul. O órgão está instalado em prédio histórico, construído em 1922 para sediar o jornal republicano “A Federação”, fundado em 01 de janeiro de 1884.

Sua fundação foi resultado de intensa campanha organizada pela Associação Rio-Grandense de Imprensa (ARI), sob a liderança dos jornalistas Alberto André e Sérgio Dillenburg. A escolha do nome Hipólito José da Costa homenageia ao patrono da imprensa brasileira, que entre 1º de junho de 1808 a 1822 editou uma das primeiras publicações periódicas do país, o Correio Braziliense, então impresso em Londres. De periodicidade mensal, esse jornal circulou clandestino no território brasileiro sob censura da monarquia portuguesa, e divulgava os ideários liberais do movimento em favor da independência brasileira.

Com um importante papel na preservação da memória da comunicação social no Estado, o museu disponibiliza ao público um rico acervo, que engloba periódicos, fotografias, vídeos, filmes, discos, material de propaganda, além de objetos e equipamentos ligados aos veículos de comunicação. Durante décadas a instituição tem viabilizado importantes trabalhos na área da pesquisa historiográfica e diversos trabalhos acadêmicos.

Fonte: http://www.museudacomunicacao.rs.gov.br












quinta-feira, 2 de junho de 2011

Eu, jalapoeira!

Gaúcha de sangue, jalapoeira de alma e coração!

Índios Xerente

Capim dourado

O artesanato de capim dourado chegou ao Jalapão em meados de 1920 pelas mãos dos índios Xerente. A arte foi aprendida por moradores da comunidade quilombola da Mumbuca e, desde então, é passada de geração em geração nas comunidades jalapoeiras. Apesar do nome, o capim dourado não é propriamente um capim e sim uma sempre-viva, planta da família das Eriocaláceas, cujo nome científico é Syngonanthus nitens. Os pequenos maços de hastes do capim dourado são costurados com uma fibra fina e resistente obtida de folhas da palmeira buriti (Mauritia flexuosa). Essas duas espécies ocorrem naturalmente no Cerrado do Brasil Central e são muito abundantes no Jalapão.

Fonte: Pequi - Pesquisa e Conservação do Cerrado

Capim dourado

Índia Xerente com colar de capim dourado

Taquaruçu - TO

Taquaruçu é um distrito de Palmas. O local é bastante conhecido na região devido ao seu clima ameno (para os padrões do Tocantins) e a grande potencialidade turística que oferece, devido ao número considerável de cachoeiras que existem no entorno do distrito. É o maior distrito de todo o estado do Tocantins, com uma população de mais de 10.000 habitantes, o que supera inclusive boa parte dos municípios tocantinenses. Já foi um município, perdendo sua autonomia para a criação de Palmas.

Fonte: http://wikimapia.org/1710472/pt/Taquaruçu

O distrito de Taquaruçu

Roncadeira

Roncadeira

Escorrega Macaco

Escorrega Macaco

Palmas - uma ideia que deu certo!


VT criado e produzido pela Agência e Produtora Public em homenagem ao aniversário de 22 anos da cidade de Palmas, Tocantins.

Palmas - 22 anos


VT em comemoração aos 22 de Palmas em forma de Cordel, criado e produzido pela Agência e Produtora Public para o Governo do Estado do Tocantins.
Música do cantor e compositor Juraildes da Cruz.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Palmas - TO

Planejada desde o início, Palmas foi construída pela força de trabalhadores que chegaram de todas as partes do país. Com belezas naturais ainda intactas, quilômetros de praias fluviais, cachoeiras e reservas ecológicas, a Capital está situada no centro geográfico de Tocantins e integra a Região Turística de Palmas, juntamente com outros quatro municípios - Lajeado, Miracema do Tocantins, Monte do Carmo e Porto Nacional.

Fundada em 20 de maio de 1989, Palmas foi projetada para substituir a capital provisória, Miracema do Norte, e apresenta números populacionais crescentes. Aos 22 anos, a capital do Tocantins já tem mais de 200 mil habitantes e mostra que a “Capital das oportunidades”, como é conhecida, oferece boas opções de investimentos, atraindo pessoas de vários lugares do Brasil para residir na cidade.

O turismo na capital foi planejado desde sua criação. Da mesma forma que Brasília, Palmas foi projetada para ter vias públicas largas, boas praças, praias fluviais e preservação ambiental. Muitas pessoas vêm de outras cidades, estados e até de outros países para conhecer o município. Os principais pontos turísticos são o Parque Cesamar, a Praia da Graciosa, a Praia da Prata, Feira do Bosque, entre outros. Sem contar com as cachoeiras do distrito de Taquaruçu que, localizadas a apenas 30km da cidade, são lugares paradisíacos, naturalmente prontos para visitação. São mais de 80 cachoeiras com estrutura para turistas. A Praça dos Girassóis é a sede dos três poderes e boa opção para quem gosta de observar os novos edifícios oficiais e monumentos. Durante os meses de junho a agosto acontece a temporada de praias, pois são os meses de verão, enquanto que no restante do país predomina o inverno. Na Capital estão localizados os principais eventos turísticos do estado, onde acontecem shows nacionais, regionais, campeonatos esportivos e náuticos.

A cidade de Palmas é um dos 65 Destinos Indutores de Desenvolvimento Regional, selecionados pelo Ministério do Turismo, para fomentar o turismo. Mais que isso, Palmas é uma excelente opção para os turistas que apreciam a mistura de bela arquitetura e paisagens naturais preservadas.

Fonte dos textos: http://www.turismo.gov.br/turismo/noticias/todas_noticias/20110520.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Palmas

Espaço Cultural

Av. JK (en frente ao Palácio Araguaia)

Centro Geodésico do Brasil (ala norte do Palácio Araguaia)

O cruzeiro (local onde foi celebrada a 1ª missa dando início a construção de Palmas)

Monumento "Súplica dos Pioneiros" em homenagem aos que lutaram pela construção do Estado do TO

Palácio Araguaia (Sede do Poder Executivo Estadual)

Monumento aos 18 do Forte e ao fundo, o Memorial Coluna Prestes

Feira da 304 Sul (artesanato de capim dourado)

Feira da 304 Sul

Praia do Prata

Pôr do sol na Praia do Prata (sempre um espetáculo!)

Praia da Graciosa
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